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"O valor das coisas não está no tempo em que duram mas na intensidade com que se vivem. É por isso que há momentos inesquecíveis, coisas inexplicáveis e pessoas incomparáveis."
quarta-feira, 1 de julho de 2009
domingo, 10 de maio de 2009
Oração
Querendo proporcionar um espaço de reflexão, partilha,oração e relativa paz, vimos convidar-te para uma oração no dia 13 de Maio (quarta-feira) às 21H30. Sendo a esta a hora pedimos-te que já venhas jantado. Pedimos-te também que, se estiveres interessado tentasses trazer amigos já que esta iniciativa é aberta ao meio.Não é preciso confirmação, pedimos-te só que apareças à hora proposta!
quinta-feira, 26 de março de 2009
domingo, 15 de março de 2009
O Jejum em tempo quaresmal
Olá outra vez.
Agora ofereço-vos dois textos por ocasião da Quaresma, o primeiro é do Papa Bento XVI (editado) e o segundo é do Livro de Isaías (capítulo 58, versículos 6-7), presente na Bíblia. Comentem não só os textos mas também respondam à pergunta: como é que vivo o tempo que liga a quarta-feira de Cinzas ao Domingo da Páscoa?
"No início da Quaresma, um caminho de exercício espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã: a oração, a esmola, o jejum, a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e, deste modo, fazer a experiência do poder de Deus que (...) "derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos, dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz" (Hino Pascal).
Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir, este ano, em particular, sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto, antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: "O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome" (Mateus, capítulo 4, versículos 1-2). (...)
Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: "Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?" (capítulo 3, versículo 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre. Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente.
"O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente, pôr em liberdade os oprimidos, quebrar toda a espécie de opressão, repartir o teu pão com os esfomeados, dar abrigo aos infelizes sem casa e não desprezar o teu irmão."
Nuno Wemans e Isabel Paes
Agora ofereço-vos dois textos por ocasião da Quaresma, o primeiro é do Papa Bento XVI (editado) e o segundo é do Livro de Isaías (capítulo 58, versículos 6-7), presente na Bíblia. Comentem não só os textos mas também respondam à pergunta: como é que vivo o tempo que liga a quarta-feira de Cinzas ao Domingo da Páscoa?
"No início da Quaresma, um caminho de exercício espiritual mais intenso, a Liturgia propõe-nos três práticas penitenciais muito queridas à tradição bíblica e cristã: a oração, a esmola, o jejum, a fim de nos predispormos para celebrar melhor a Páscoa e, deste modo, fazer a experiência do poder de Deus que (...) "derrota o mal, lava as culpas, restitui a inocência aos pecadores, a alegria aos aflitos, dissipa o ódio, domina a insensibilidade dos poderosos, promove a concórdia e a paz" (Hino Pascal).
Na habitual Mensagem quaresmal, gostaria de reflectir, este ano, em particular, sobre o valor e o sentido do jejum. De facto a Quaresma traz à mente os quarenta dias de jejum vividos pelo Senhor no deserto, antes de empreender a sua missão pública. Lemos no Evangelho: "O Espírito conduziu Jesus ao deserto a fim de ser tentado pelo demónio. Jejuou durante quarenta dias e quarenta noites e, por fim, teve fome" (Mateus, capítulo 4, versículos 1-2). (...)
Ao mesmo tempo, o jejum ajuda-nos a tomar consciência da situação na qual vivem tantos irmãos nossos. Na sua Primeira Carta São João admoesta: "Aquele que tiver bens deste mundo e vir o seu irmão sofrer necessidade, mas lhe fechar o seu coração, como estará nele o amor de Deus?" (capítulo 3, versículo 17). Jejuar voluntariamente ajuda-nos a cultivar o estilo do Bom Samaritano, que se inclina e socorre o irmão que sofre. Escolhendo livremente privar-nos de algo para ajudar os outros, mostramos concretamente que o próximo em dificuldade não nos é indiferente.
"O jejum que me agrada é este: libertar os que foram presos injustamente, pôr em liberdade os oprimidos, quebrar toda a espécie de opressão, repartir o teu pão com os esfomeados, dar abrigo aos infelizes sem casa e não desprezar o teu irmão."
Nuno Wemans e Isabel Paes
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